quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

A noite passada



Lá estávamos, sentadas, cada uma de um lado da sala, então eu levantei e sentei-me em uma mesa, próxima a ela, que tão calmamente levantou-se e se aproximou com um olhar que eu nunca havia conhecido, suas mãos tocaram minhas pernas, abrindo-as, permitindo-lhe ficar em meio a elas, teus olhos me consumiam em segundos, os teus lábios tocaram os meus, desceram pelo meu pescoço, enquanto meus dedos deslizavam por dentro de sua blusa, permitindo-me tocar suas costas, enfim tirando a blusa dela. Enquanto seus lábios voltavam a encontrar os meus, suas mãos iam em direção a minha blusa, tirando-a rapidamente, assim teus lábios desciam em direção aos meus seios, junto à tua mão que arrancava o meu sutiã, e num pequeno momento entre cócegas e arrepios, minhas pernas, cruzaram em sua cintura, juntando-a para mais perto de min. Assim, ela tocava cada parte do meu corpo com toda a leveza em teus dedos, permitindo-me tirar seu sutiã enquanto, ela segurou-me pelas coxas, e sentou-me em uma mesa maior, passando o braço por cima de uma série de coisas que pairava em cima da mesa. Levantei-me rapidamente, virando-a de costas para a mesa, beijando-a delicadamente, até que a coloquei sobre a mesa, ficando assim pouco acima de minha altura, deixando-me descer meus lábios pelo teu pescoço, teus seios, assim deitando-a, e descendo meus lábios até as minhas mãos, que estavam agora a abrir a sua calça delicadamente, então ela puxou meu rosto perto ao dela, olhou-me nos olhos, e beijou-me enquanto eu a despia calmamente.
Então, rapidamente encontrei-me encima dela, envolta aos teus braços, sentindo suas unhas marcando-me fortemente, inúmeras vezes, sentia sua respiração ofegante e profunda próxima ao meu ouvido, eram ruídos vindos de tua boca, a única coisa que eu ouvia. Teus dentes encontraram meu pescoço, assim deixando-me outra de suas marcas, permitindo-me soltar junto a ela alguns ruídos. Ela se contorcia, ela arranhava, arrepiava, gemia, mordia, gritava, ela sentia a excitação que junto ao meu, teu corpo tremia. E com pernas tremulas ela se aproximou, olhou-me nos olhos e perguntou: ‘’ Você vai me amar amanhã? ’’ Abaixei a cabeça, fechei os olhos, e ao levantar-me novamente, eu estava, sozinha naquela cama fria, de volta as responsabilidades de mais um dia. E isso tudo não passada de um sonho.

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